Escândalos, promessa, eleições...

Cultura Variedades 12 Abril / 2014 Sabado por Juarez José Cognato

O escândalo da refinaria de Pasadena me fez lembrar um neologismo atual: brincanagem, misto de brincadeira com sacanagem. Brincadeira irresponsável com o dinheiro público e sacanagem de alguns que levarão algum da dinheirama. Uma bolada daquelas (U$ 1.2 bilhão de dólares) deve estar circulando em contas sigilosas ao redor do mundo e não é impossível que parte dela voltará para irrigar campanhas eleitorais. O empresário belga que vendeu a refinaria à Petrobrás foi um contribuinte para as campanhas do PT à presidência da república.

Desanimados, ninguém quer votar em ninguém, ninguém acredita em ninguém. Nosso voto não vale nada a não ser para colocar por 4 ou 8 anos um cara no bem-bom e não receber nada de bom em troca, quando muito uma visitinha e umas promessinhas em época de eleições. Por isto, sugiro valorizá-los. Quem quiser votos terá que suar por eles. Eles, além do salário, não recebem subsídios de toda espécie pagos com nossos impostos? Eu, como já sou isento de votar(estou na idade do vai-não-vai, pela bola sete e descendo o outro lado da montanha), vou colocar meu voto no freezer. Não vou usá-lo para legitimar bolsas misérias e promessas que nunca serão cumpridas.

Boa parcela da população está ansiosa por um governo liberal que minimize a presença do Estado na administração do país e na vida das pessoas, reduza pela metade o número de ministérios, privatize todas as estatais restantes(inclusive a Petrobrás), que servem apenas para cabide de emprego para inescrupulosos, ineficientes e incompetentes, realize uma reforma tributária para valer, que desburocratize a arrecadação e que favoreça principalmente os municípios e não o governo federal que gasta mal os recursos.


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